Alex de Medeiros, cético quanto ao amor, não entende como uma pessoa se torna dependente de outra, afetivamente. Aos 39 anos é um solteiro convicto, ermitão por necessidade ocasional, vive numa casa afastada da civilização, onde não há eletricidade, água encanada, meios de comunicação nem veículos.
Para Maya, amar era fácil como cair, necessário como respirar. Com 26 anos ela talvez sequer se
lembrasse do tempo em que não esteve apaixonada. Ser correspondida, bem, era detalhe. Então, para ela era extraordinário que Alex não acreditasse no amor romântico, surgido ao acaso, mas parecia ser verdade. Ela seria esperta se ficasse longe daquele ogro insensível.
Para Alex, amor era mesmo um sentimento facilmente manipulável que poderia ser criado através de palavras doces, ditas em situações favoráveis para pessoas sugestionadas. E, claro, acreditava que poderia ser encerrado quando deixasse de ser interessante. Fosse como fosse, aos 39 anos ele mantinha seu coração intacto. Não queria romance nem problemas e seria sábio se não desse espaço para uma apaixonada inveterada.
O problema para eles dois era que não tinham escolha. A proximidade era inevitável e, mesmo que vivessem como cão e gato, a atração crescia e fortalecia a cada instante.
Como resistir?
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